Estatuto do poeta

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Atenção Poetas da Silva: Está proibido viver de ilusão: A ilusão mata! É proibido supor! Ou é vida ou morte! Amor ou ódio! Não suponha!

Resposta sensória meridiana autônoma

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Charles não entendia a dimensão do que estava sendo lhe pedido. E não sabia se poderia atender, nem se atenderia. Para ela seria um último respiro antes de ir embora de uma forma quase irrevogável. “Por favor”, ela dizia sem emitir algum som. “Por favor”, brilhava em seu olhar enquanto encarava o perfil de Charles…. Read more »

Vazio

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Quem sou eu, senão um livre viajante, impulsionado pelo desejo de meu espírito curioso e inquieto?

Coisas legais para se fazer num dia frio

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É inverno… Fumaça saindo das nossas bocas Com raios de um sol gelado Entrando pela janela Para nos iluminar O dia pede um chocolate bem quente Numa daquelas xícaras que a gente tanto gosta Depois um livro… Aquele livro no qual estamos vidrados Aquele que tudo o que queremos é descobrir seu final Um filme,… Read more »

Abstinência

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Estou irritada, impaciente! Meu corpo preso Meus lábios estão dormentes… Aqui neste quarto escuro, tenho vontade de gritar. E essa louca vontade… Ahhhhh… Essa vontade louca que me persegue. Não! Não posso! Acostuma-se… Fecho os olhos… Lembro-me da última vez… Que sensação dos Deuses… Tanto prazer… E agora cá estou lutando contra os meus desejos!… Read more »

Um filme num cinema qualquer

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Em foco As películas rolam As mentiras feitas que geram lucro Ou delas que sobrevém a grande história Vezes eu desfoco para não me iludir Uma maneira simples de fugir dos conflitos Fingindo que os problemas não existem O filme se desenrola, sua cabeça no meu ombro Recosto minha face nos seus cabelos escuros E… Read more »

Ariana

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Cadê o amor, Ariana? Cadê você? Cadê as noites mal dormidas, Ariana? Cadê? Ah, Ariana Lembro de tuas palavras de admiração, De carinho e de paixão, E o quão doce era as ler. E cadê a lua sempre citada, Ariana? Cadê você? E cadê teu corpo esguio e sorriso vil, Ariana? Cadê? Ah, Ariana O… Read more »

Loucura lúcida

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Foi o sopro da verdade Diziam todos com versos ensaiados Cuspindo idéias casuais em meus ouvidos E reinventando teorias já ouvidas Concordando talvez em pensamentos fúteis. Examino os com cautela Cautela também ensaiada e reinventada Com medo de cair em desventura Não tomo nenhum partido Apenas suspiro e fujo dos olhares condenadores. Me tarjam de… Read more »