Ninguém me Representa

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Nenhum me representa Só eu falo por mim E o que se apresenta Hoje é o começo do fim E de quase tudo que falei Só do silêncio me arrependo Pois as palavras que não usei Tem quase tudo que entendo E se você confia neles Você os merece então Minha raiva é contra eles… Read more »

Nadja de Breton

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Inocência desinibida De quem vive a vida De desenhar cada passo De rir de cada descompasso Das ruas estreitas e boulevares Dos amores desfeitos aos pares

Sobre a ilusão de não possuir eira ou beira

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Grita o celular a hora de levantar E o dia a dia é sempre desgraçado Pelos sorrisos sem significado Que as convenções nos obrigam a dar Me visto da minha melhor roupa Pra ir pro mesmo lugar de sempre E a alegria é quase sempre pouca Mas meu sorriso facilmente mente

Poliana e a última noite de festa

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Boca seca e dor de cabeça… Pra ela não são mais sentidos, mas sentimentos. O coça coça do nariz denuncia o pó de ontem a noite.  “Caralho, como foi ontem?” Poliana está nua, quase nua, ainda jaz sobre seu pau uma camisinha. Ela ri “tudo a mostra, menos o sexo, parece com a vida desse… Read more »