Esse é o meu poema mais ultrapassado

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Blockchains, chatbots, algotrades. Nasci na revolução do agora. No vazio silenciado da ultima década [esquecida.] Amanhã vou nascer de novo, Não lute com seu eu de ontem. É o que dizem na terra onde ninguém mais se fala. Espanglês – porque não existe isso na minha língua. Trademarks – porque todos os signos adoráveis já… Read more »

Piazzas VI

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Deito nas costas de um vagabundo qualquer entre a correria das pessoas apressadas. Deito no descanso de anjos arrependidos, dos suplicantes e suicidas. Um silêncio me toma, um silêncio come as paredes da minha alma. Posso ouvir as carícias do mar, de um mar tão distante, num daqueles que poderia me refrescar e lavar minhas… Read more »

Piazzas V

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Assombrado por ideias mortas, talhado pela rotina que constrói adoráveis mordaças e viseiras negras banhadas de petróleo e sêmen.

Camiseta negra. [O dia que não sai de casa]

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Minha janela nesse domingo entrará em retiro espiritual. É dada a hora de outras bandeiras tremularem e não às minhas. Por isso fecho a janela do mundo e me recolho com certo constrangimento. Sou sim contra essa gente que governa, essa gente que usa recurso público pra benefício próprio, essa gente careta e sem graça… Read more »

Alegria, alegria

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Caminhando na cidade sem espelhos Sem vitrines, sem ofertas, sem sinais. Só lembranças de beijos, tardes de sossego, vida certinha querendo ser rock’n’roll. Cantando na cidade de crianças sem olhos, escrevendo nas camisetas desespero. Não é filme de horror. A cavalaria aponta a espada pra garganta das senhoras de olhos negros. Olho fosco, nenhum brilho… Read more »