Adorável destino dos meus trocados

10/09/2011 Backstage

Acabei de sair da livraria e sempre que saio dela lembro de uma entrevista do Fernando Henrique que dizia que seu único mal era gastar dois mil por mês em livros. Digo isso pois acabo de sair de uma com dó de gastar 38 reais. Na pirâmide estou posicionado junto aos caras que de assustam com os 38.

Não que um Roberto Piva não valha, ainda mais acompanhado numa impressão bacana, com papel de qualidade. Mas va lá 38. Preciso pensar mais, juro economizar numas cervejas pra dar esse passo. Acho que o que me deixou mais triste é que o tal livro era só o primeiro volume. Ou seja, outros 38 me aguardam…

Não dei esse passo ainda… Ainda. Por enquanto vou vendo seus vídeos no youtube e pensando na praça da república dos meus sonhos.

Hoje o que brilhou foi outro livro, na verdade outros, levei e digo que ao menos de um sai uma resenha aqui no site.

O valor da compra beijou o estimado livro do Pivão. Mas numa total falta de tempo ou na delícia de puxar um livro a esmo e permitir que ele te surpreenda eu achei o Destino poesia, ali, rosa, verde, mangueira, rebolando para mim. Achei ele numas de ler um blog, poesia marginal dos anos 70. Um pouco de Google e ele ficou na memória, o triste que foi na minha memória que é algo para não se confiar.

Sei que o livro saltou da estante e saiu de alguma entranha obscura da minha mente, logo lembrei da vez que li sobre esse livro. Enfim, aqui estou, encarando o destino que se abriu. Veremos no que dá.

Enquanto isso ainda sonho em visitas na livraria com direito a cestinha pra entupir de livros e o que mais der, afinal as lojas de hoje também vendem discos e discos habitam nos meus sonhos junto com Alices em países de ópio e Kerouacks que navegam em madrugadas.

Enquanto isso, um vídeo do Roberto Piva no youtube:

Um cara entre vielas cheias de gente e ônibus lotado. Que se perde em alguns bares e se põe a ver a velocidade dessa gente. E rir da estupidez dessa lógica.

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