Cata-vento cravado no peito (ontem eu tive um sonho)

Cata-vento cravado em túmulos. Sugando os sopros de vida. E nós na eterna insistência de se reciclar em medos. Alma renovada em pequenos crediários, novos sapatos, eu estou vivendo com medo. Uma névoa negra mancha toda minha cidade, tirando a cor dos sonhos, sufocando antigos sonetos (versinhos felizes de amor e esperança) Cata-ventos cravados em […]

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Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: