Seguro dos erros
Dos acertos?
Inseguro

Me iludo nas palmas
Me escondo?
Me desnudo.

Nem perdido nem achado
Confuso?
Não escuto

Seguro a esperança
Pelo rabo?
Pelo mundo

Se perdido me sinto?
Eu me acho
Então minto.

Jogado ou julgado?
Eles falam
Eu não escuto

Sou sempre eu mesmo
Será?
Me defino sem pensar

Das prisões que escolhi
Ser eu e só seu
É meu melhor cativeiro

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Nenhum me representa Só eu falo por mim

Ninguém me Representa

141

Domingo não é um bom dia pra conjecturar

Talvez não seja domingo o melhor dia de conjecturar
Ou talvez nunca seja

As mãos perdidas entre o fazer e o pensar
São pesadas ferramentas

A música lá fora me irrita e indigna
Seja o que for o que ouvem não é pra mim

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94

Nadja de Breton

Inocência desinibida
De quem vive a vida

De desenhar cada passo
De rir de cada descompasso

Das ruas estreitas e boulevares
Dos amores desfeitos aos pares

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117
Jogado ou julgado? Eles falam Eu não escuto

Me reencontro a cada esquina

105

Curto e Cordial

O choro é contido
Reprimido

Derramada é a saliva
Sem saída

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23
Prefiro as nuvens que chovem em mim O céu cinza claro da minha cabeceira

Sobre a ilusão de não possuir eira ou beira

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