Em foco
As películas rolam
As mentiras feitas que geram lucro
Ou delas que sobrevém a grande história
Vezes eu desfoco para não me iludir

Uma maneira simples de fugir dos conflitos
Fingindo que os problemas não existem
O filme se desenrola, sua cabeça no meu ombro
Recosto minha face nos seus cabelos escuros

E recobro a consciência para não me iludir
Esforço-me para não me iludir
Os meus pensamentos afloram sobre sua cabeça
Desejo ali quase que um feitiço
Ame-me muito! Ame-me muito…

Volto para o filme
Ilusões sobre Ilusões
E eu sempre te acho mais distante do que eu

Natã Ferreira

Sabe esses garotos que envelhecem e que gostam de conhecer o que é diferente? Que se acha corajoso e medroso, sonhador e realista, verdadeiro e falso, e talvez seja mesmo, todos temos várias facetas que a gente vai encaixando de acordo com quem nos ouve ou nossos interesses.Ele diz que conta mentiras sinceras! Mas também se engana como todos os outros, chora como qualquer um, ri bastante e faz os outros rirem.
Também me disse que renega o amor!! Muito embora se deixe levar por ele sempre…
É mais um desses caras bem humanos, que precisa de amor, que precisa de atenção… você, com certeza, adoraria tomar umas com ele…

3 Responses to “Um filme num cinema qualquer”

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Carol De La Nieta

A Carol é um sorriso! É mais eu sei, mas isso que pensei! Um sorriso! Lindo, largo, sincero… cheio de sentimentos, que vão para além da alegria apenas. ESPERANÇA! Essa é a palavra pra ela, até porque esperança nem sempre é só feliz…
E ela ainda adora Clarice Lispector: “..estou procurando, estou procurando. Estou tentando me entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda”.
A Carol é muito mais que isso, mas por hoje: Tá ótimo pensar nela como uma esperança desorganizada e feliz!

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Desvairados

O silêncio tem sido testemunha
Das marcas de minhas amarguras
Que pelas dores da artimanha
Secaram as palavras

Doce sono da solidão
Que me embriaga com seu luto
E não conhecendo o perdão
Embaçam-me o futuro

Caminhos lúcidos não me transam
Onde as flores me fervem aos olhos
Sobre as águas que me atravessam
Desoladas sem caminhos

Caio Richard

Nasceu na terra que é berço da poesia brasileira: São José do Egito! Mas sua ambição não cabe mais na cidade do Sertão do Pajeú. Capaz de falar as coisas mais certas, mesmo depois de consumir as coisas mais erradas.
Proporcionou noites maravilhosas e maravilhou-se com a beleza de cada lua em cada noite.Esse é o Caio? Não, nem um terço dele.
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