E na volta da lua ou do olhar No trânsito suicida da rua Entre as lágrimas do céu. Perdido Na chuva, na rua, no viver. Domado
Na volta!


E na volta da lua ou do olhar No trânsito suicida da rua Entre as lágrimas do céu. Perdido Na chuva, na rua, no viver. Domado
Poema em homenagem ao meu tio Poeta (assim com letra maiúscula mesmo) e minha tia Netinha, que mesmo anos e quilômetros distantes me amam, e eu os amo, como se tivesse sido criado sobre seus olhos e cuidados. Obviamente que nunca nada escrito será um décimo do que é o sentido, mas não podia passar […]
Amos as noites em que fico altoPerdido entre goles de vinhoOnde meu parceiro é o asfaltoE ter medo é sofrer sozinho Fumei, dancei, bebi, sorri. Enlouqueci!Mas as melhores lembranças são com os olhos fechadosNo dia em que viver foi o verbo que conjugueiOs minutos nos seu braços foram os mais aproveitados…
Ternos negros,pasta no cabelo.A moça quer o mármore,passeios mórbidos e os olhares dos coveiros. Eu roubo as flores, dos Antonios e Lourdes,duas esquinas e esqueço os nomes.A moça quer o céu negro e imagens de santos. Mergulho na seda dos seus braços,ela geme eu mordo.Ela precisa desse cenário e eu só acho estranho.
Segurar o sorriso na mãoPerder de antemão o pudorSe jogar sem ver pra que ladoSer feliz para onde diabos for