Meus olhos registram a gente deslizando por ai Na calçada lustrada com o sêmen de nossas infâncias pervertidas. Meus olhos registram a gente trocando nomes, marcas e sonhos. Eu comprei um vestido pra ti. Eu mergulhei no mar de tuas notas. Seria intimidade? Dó no sofá, semínima de amor jovem. O segundo negro contaminado de […]
É hora de ir embora




