Garoa na Praça – Gustavo e o começo do fim

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Gustavo se arrepende de ter ido “pra rua” de bermuda… por mais que sua bermuda branca chame muita atenção o frio e o vento que castigam as árvores da Praça de República, e fazem arrepiar sua perna sem pelos, só pode deixá-lo arrependido.

Irreparavelmente

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Forcei a memória e não sei como foi a primeira vez que vi Não lembro se sorri pra você, se você sorriu pra mim… Não lembro sua roupa ou o tamanho do cabelo… nada!

Outra noite

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Gustavo desceu do carro ainda com os cabelos molhados, o dono do carro não lhe deu tempo de dar tchau e acelerou seu Civic como se quisesse deixar pra trás não só Gustavo, mas o que fizeram nos últimos minutos.

Suprema Indiferença I

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Um Poema ligeiro Bem rasteiro ao chão Como tribunal brasileiro Que valida mensalão Um poema engraçado Mas pra chorar e não rir As ruas sem mascarados Fazem os juízes mentir