Escrava do tempo
O tempo consome as minhas horas come minha criatividade na primavera atropela meus livros inacabados exclui tentativas de produção.
O tempo consome as minhas horas come minha criatividade na primavera atropela meus livros inacabados exclui tentativas de produção.
Que gosto estranho na boca, é gim com sangue? Em um salto, corro para o banheiro e é isso mesmo, sangue… E dente? Caramba, tudo bem que eles não estavam lá essas coisas, mas eram meus dentes.
Tenho todo o direito de ser eu de mudar o veredito agora escolher gerânios a rosas penetrar uma faca no meu corpo de uma alma tão vazia, vazia que sequer sentiria as carícias da ponta afiada penetrando ou girando sem gemer ou lastimar eu iria embora sem pestanejar sem implorar suplícios porque eu morri por […]
Enquanto eu tomava banho na chuva você tomava um banho de chuveiro