Cada dia II
Chego em casa quase sempre quase morto E renasço no seu olhar que me pega na porta Sentada no sofá fecha os olhos e estica o corpo E antes de beijá-la admiro seus lábios e pescoço
Chego em casa quase sempre quase morto E renasço no seu olhar que me pega na porta Sentada no sofá fecha os olhos e estica o corpo E antes de beijá-la admiro seus lábios e pescoço
TEN TEN TEN TEN Acorda apressado Curto o tempo na cama Sem curtir tempo de vida E há pouca vida No suspiro cansado No caminho lotado Que é sem sentido
Todas as vitórias que um dia não tive As sofridas derrotas que eu nunca vivi Lindos lugares onde não estive Tudo está nos versos que não escrevi
Ela sorria e não sorriu mais Mudou a cara, o jeito a forma Mas ainda é ela e eu a amo. E dá medo…
Acordei ouvindo os carros e corriam dentro da minha cabeça Dormi na sarjeta e por ela corre confete que escorre da rua Por mais que não lembre, essa dor não deixa que eu esqueça Acordei na rua com a ressaca quarta-feira de cinzas