Foi numa noite como essa,
onde a lua governava
e as estrelas brilhavam,
que tudoo era poesia pra mim,
e hoje me encontro assim, tão vazia.
O perfume do teu corpoo
Na minha camiseta,
se perdeu com o tempoo,
as juras dAquele tal amor
se tornaram cinzas diante dos dias que se passaram.
Os telefonemas constantes,
se tornaram nada mais.
As suas cartas,
essas se desmancharam dentro do meu caderno.
O seu nome escrito na parede,
a chuva o levou.
Tudo o que fizemos e falamos,
agora só lembrançaa.
Os meses seguem,
te levam cada vez mais pra longe de mim.
Os caminhos escolhidos nos fizeram distância e saudade.
Mas a sua leve expressão ao sorrir,
os gestos ao me olhar,
a carinha levada quando pensava besteira,
surgem novamente tão vivos quando o brilho da lua me toca
e despe minha racionalidade.
Saudade inútil

Esqueci de mencionar que a imagem utilizada no meu post é do Blog: http://m-merripen.blogspot.com/2010_11_01_archive.html
Cadernos,
poemas,
telefonemas,
ausência,
solidão…
tiudo despe a poesia.