Anoitece meu espirito numa madruga sem faróis

Anoitece meu espirito numa madruga sem faróis. Perco a hora do trabalho lendo os relatos de uma prostituta. Correr atras do trem não vai salvar o seu relógio. Ela pintava as unhas do pé de vermelho, batom mate e suaves desesperos alimentados por carnes atrasados. Cobrança por hora. Será que devemos correr?

Tecno-existência II – Um personagem vazio…

Deu check-in na estação do metrô Procurou, vã tentativa, um ponto de wifi Pensou em postar que hoje chorou Sorriu, achando isso clichê demais Saiu do vagão e deixou-se levar pela escada rolante No caminho reclamou alguma coisa na TL do Twitter Leu um retweet: “Idiotas fazem disso alto-falante” Vestiu a carapuça! Mas chegou o […]

Artista



Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: