
Não pode ser melhor ficar sozinho
Brinca com o ódio e com a mão
Faz de mim seu brinquedo, seu caminho
Paro na sua pela macia, nas suas coxas
E é entre elas que quero sorrir
Faz essa cara meiga, de pura moça
Em pensamento estou a lhe despir
É meu amor mais carnal e profano
Um tipo de santa que quero ter
Estranho esse amor sublime e mundano
Que com a raiva aumenta meu querer
Entre os sussurros e gemidos se escuta
“Eu te amo, eu te amo… quero você”
Como dominar o sentimento filho da puta?
Que me faz voltar, não importa pra onde correr?

Oi, Thiago 🙂 Você escreve muito bem! O que me chamou atenção foi esse trecho: “Entre os sussurros e gemidos se escuta
“Eu te amo, eu te amo… quero você”
Ou seja, ele disse que amava a moça DURANTE o sexo. É como se, antes disso acontecer, ele ignorasse os sentimentos de amor para com ela, embora os reconhecessem PARA SI MESMO nesse trecho: “É meu amor mais carnal e profano”.
Essa foi a descrição mais real de um amor sublime e mundano que eu já li. 😀
Adicionei o link do teu blog no Cinema & Literatura.
Vou aparecer por aqui regularmente.
Ótimo texto!
Bjs 😉
Oi!!
Agradecemos querida!!
É estranho quando alguém disseca o que a gente escreve! Mas foi ótimo, uma visão sobre o que escrevemos é sempre ótima!
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