Eu, o espadachim bêbado que duela com os fios de queijo que ligam nossos pratos de lasanha.
Luto batalhas com artefatos pontiagudos, tridentes e punhais. Poderosas ferramentas que fazem crepitar sangue e despelar carne.
Repreendido, assumo a posição solitária do Dom Quixote de la Mancha.
Sem saber se é infantil, bêbado ou maluco. Sem saber se usa chapéu de jornal, elmo ou é tudo imaginação.
Tudo imaginação.
Volto para janta, uma lasanha na qual os fios de queijo ainda ligam nossos pratos.

O Dom Quixote é aquela brincadeira idiota que a gente costuma fazer quando ninguém tá vendo…
Das nossas histórias, pelo menos, somos os grandes heróis!