Ah! O coração que é facilmente preenchido
com os sentimentos mais vis!
Ah! A paixão essa coisa que fere e satisfaz!
O mundo é um hospício
onde os loucos se divertem!
Ah! Essas mãos que perdem a noção do perigo
tocam e podem cair num vício desmedido.
Ah! Meu ego que pode ser corrompido…
Como pode uma mesma alma se deliciar assim?
Quero fazer parte da loucura da história!
Ah! essa minha mente mal-criada
inventa estórias, cria laços, distorce conceitos.
Ah! esses meus pés já tão cansados,
caminham torto, em meio passo, quase parando…
mas voam alto em direção a um novo rumo!
Ah! A sua vinda entre um copo e outro de cerveja
que só ilude meus pobres sonhos infantis!
Ah! A intensidade do tudo durante as madrugadas
que não ultrapassa a vontade da boa intenção…
Queria algo mais depois do meio-dia…
Ah! Essa vontade que me rasga por dentro,
me devora mais um pouco toda vez que te vejo!
Ah! Se sua boca dissesse o que tanto quero ouvir,
e se ouvindo, diferença alguma me fizesse…
Queria ser menos disso tudo e um pouco mais…
Nota: Esse poema foi ideia inicial da enigmática Débora (http://www.facebook.com/deboramaal). Que na verdade só havia tido uma inspiração numa tarde dessas de uma semana qualquer que a gente pega o celular e começa a escrever algo para um amigo. Pois ela encaminhou o primeiro verso para mim e para outros amigos. Eu disse a ela que ela poderia trabalhar mais com essa ideia central, então fizemos a parceria nesse poema, espero que apreciem!

Ah! Essa mente mal-criada com sonhos infantis.
Também quero fazer parte da loucura da história!
Muito, hein Señoritas!