
Carnaval sem gosto de folia.
A gente se anula nos desfiles na TV.
Congela na depreciação dos cabelos, nas moças rugas e nos vencimentos.
Acabou a cerveja, ela canta o samba o enredo.
Aumenta meu desespero, é isso, morremos.
No jeito mais sem graça.
Sid e Nancy voltariam pra acabar com tudo.
Não é má ideia.
Folclore dominical enquanto controlo hábitos e manias.
É carnaval, sem serpentina.
Dia comum, desses bons pra ir embora.
