Vou morrer numa segunda-feira

30/04/2012 Colunas - Sonhos Viciados

Os homens Barbados
As moças tatuadas
Revolta. Revolução. [As cervejas esquentando na mesa.]

A vida escrita por Janete Clair.
Mais um cotidiano que ninguém quer.

Quero um amor doce,
Bandeiras negras e transformação.

A vida nos massacra aos poucos
aos trens lotados, aos trancos e com impostos.

Valente é o Sol que nasce todo dia [e renova nossas esperanças]

Vou morrer numa segunda-feira,
De bar vazio que a voz do Brasil decreta o fim.[Do nosso Estado vegetativo.]

Um cara entre vielas cheias de gente e ônibus lotado. Que se perde em alguns bares e se põe a ver a velocidade dessa gente. E rir da estupidez dessa lógica.

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Artista



Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: