O seu nome ecoa na minha mente Como o sino que insiste Em avisar sobre a missa das 18h O seu corpo comprime meus anseios Mas trás a tona os mesmos medos dos 16 anos Quando eu te vejo chegar um carro bate E eu não sei mais dizer se ainda são 14 cores que […]
Sem Título (ou a falta que faz uma boa dose de esperteza)
Tomo um gole desse copo estranho,
que invade a garganta,
dilata as veias e me tira o sono.
Tomo uns desses xeque-mates do destino.
Com os olhos cruzados
e a boca ainda ardendo.
E nesse copo maldito,
tem todas as mãos que vieram ao meu
corpo.
De todas elas… as que se entregaram.
Das moças sem nome,
das divinas e puras e
até das putas com codinome.
Nelas perdi meus melhores minutos
Minhas mais sinceras gotas de suor
Meus pensamentos mais putos
Minhas idéias mais loucas
Nas saudades delas me perdi nas noites
Reclamando, como quem tem razão
Que de mim mal lembravam…
Sentado pelos bares, com o copo a mão
Tomo outro gole… e nem me lembro mais,
Se contei a tal história de todas elas…