Não serei mais vidraça pro seu grito de guerra Nem admitirei ser fraco ou omisso Aqui quem fala é que nunca espera É quem fez de verdade da luta compromisso. Não aceito seu preconceito descabido Sua neura e sua falta de argumento Me deixe então com meu livre arbítrio! Já que não me é possível […]
Sem Título (ou a falta que faz uma boa dose de esperteza)
Tomo um gole desse copo estranho,
que invade a garganta,
dilata as veias e me tira o sono.
Tomo uns desses xeque-mates do destino.
Com os olhos cruzados
e a boca ainda ardendo.
E nesse copo maldito,
tem todas as mãos que vieram ao meu
corpo.
De todas elas… as que se entregaram.
Das moças sem nome,
das divinas e puras e
até das putas com codinome.
Nelas perdi meus melhores minutos
Minhas mais sinceras gotas de suor
Meus pensamentos mais putos
Minhas idéias mais loucas
Nas saudades delas me perdi nas noites
Reclamando, como quem tem razão
Que de mim mal lembravam…
Sentado pelos bares, com o copo a mão
Tomo outro gole… e nem me lembro mais,
Se contei a tal história de todas elas…