18/08/2016 Zumbido Fugaz

O passado trás presente

O seu nome ecoa na minha mente Como o sino que insiste Em avisar sobre a missa das 18h O seu corpo comprime meus anseios Mas trás a tona os mesmos medos dos 16 anos Quando eu te vejo chegar um carro bate E eu não sei mais dizer se ainda são 14 cores que […]

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26/09/2015 Gritos do Nada

Vidraça

Não serei mais vidraça pro seu grito de guerra Nem admitirei ser fraco ou omisso Aqui quem fala é que nunca espera É quem fez de verdade da luta compromisso. Não aceito seu preconceito descabido Sua neura e sua falta de argumento Me deixe então com meu livre arbítrio! Já que não me é possível […]

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03/02/2014 Sonhos Viciados

Piazzas I

Hélio Oiticica beija minha mão esquerda enquanto eu tento esconder opiáceos dos guardas e malandros dessa rua antiga e sem dono. Me escondo nos paralelos invisíveis da tua língua morta sem tradutores e dicionários. […]

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8 – Importâncias Desimportantes…

24/07/2013 Gritos do Nada

8 anos tinha quando vi pornografia…
E ainda 8 anos passaram até ver de verdade

8 foram as decepções da minha vida
Que ignoradas eram na imaginação dos 8 anos

Aos 8 anos a primeira namoradinha…
Que com 8 anos nem imaginava ser minha

8 são as direções apontadas na bússola
Então 8 são as escolhas que podemos fazer

8 vezes pensei que não a teria…
E por 8 meses sonhei com o impossível

8 anos… a diferença de idade do meu amor
8 anos então vivi num mundo sem graça e sem você

Ainda falta tempo para chegarmos aos 8 anos
Mas deite o 8 e descubra a validade do que sentimos…

8 anos fazem desde que escrevo minha poesia
E neste 8 anos ainda não sei se já aprendi…

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Poema liso (hoje eu fui dormir diferente)

18/07/2013 Sonhos Viciados

Nenhum poema liso vai curar nossa dor.
Nenhuma rima secara os olhos.
Discursos amenos não nos salvaram.

Nem trincheira, nem rua, nem bandeira em protesto, nem voto aberto.

A esperança é um véu negro em retiro espiritual na sepultura de nossas mães.

Trocados não vencerão a fome. Nem bíblias colocariam fim em nosso ódio.

Hoje fui dormir diferente. Sabendo da bíblia, escondendo o ódio, cavando trincheira, escrevendo poema.

Hoje fui dormir o mesmo, eu só queria acabar com tua dor.

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Recordar é viver

29/06/2013 Gritos do Nada

Pra onde vamos depois disso tudo? (Ou a Vacina Ruim)

Foi lindo o povo na rua, mas nada mudou! O trânsito ainda é uma merda, as ruas esburacadas, seu salário é zuado, a escola continua paupérrima, assim como muitos dos hospitais públicos. Obras ainda são superfaturadas e, enquanto você lê isso, o governo está arrecadando mais impostos do que nunca e ninguém tem muito ideia […]

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10/08/2012 Colunas - Zumbido Fugaz

Relatividade do silêncio

Muito do teu silêncio matinal me ignora mais do teu silêncio na madrugada me encanta todo teu silêncio em abraço me fortalece um silêncio entre beijos me anima esse silêncio de olhares esclarece sempre te digo que tudo é relativo inclusive o teu silêncio meu amor…   PS. A imagem contida aqui é uma obra […]

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16/01/2014 Coletivo

Coletivo Dois Três – O ônibus e os caminhos sem volta

Estico o braço e o ônibus para. Embarco no opaco viver do ônibus vazio, Percebo que deveria ter te olhado mais Pois não guardei como queria Todos os seus tracos, palavras e birras Me despedi como quem ia ver no outro dia […]

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15/03/2014 Gritos do Nada

Dá medo

Ela sorria e não sorriu mais Mudou a cara, o jeito a forma Mas ainda é ela e eu a amo. E dá medo… […]

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07/06/2011 Coletivo - Colunas

Coletivo Um Nove – Condicionado

Tem a liberdade de escreverTem a liberdade de pensarQue só as amarras da menteFortes e potentes, podem nos limitarNós somos poços de vontades O ar-condicionado/ser-humano condicionadoEnganando-se sobre as portas abertas,sobre vento frio que vence as janelas.Crente em ser senhor e livre das amuletas. Erro de servo menor, doutrinado e inofensivo,refém das suas ideias viciantes,cumplice dos […]

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07/11/2009 Colunas - Gritos do Nada

Bloco de Notas UM

Dai eu olhei pro Bloco de Notas…Sabe, ainda num sei porque meus poemas escrevo nele.Deve ser pela simplicidade, pela falta de recursosAssim como ele os meus poemas são simples, simples e pobres E hoje não desejo dizer nada de novo, entende?Só queria saber o que meus dedos querem falarOs joguei sobre o teclado e fiquei […]

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Artista



Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: