26/09/2015 Gritos do Nada

Vidraça

Não serei mais vidraça pro seu grito de guerra Nem admitirei ser fraco ou omisso Aqui quem fala é que nunca espera É quem fez de verdade da luta compromisso. Não aceito seu preconceito descabido Sua neura e sua falta de argumento Me deixe então com meu livre arbítrio! Já que não me é possível […]

Leia mais…

Continue lendo
03/02/2014 Sonhos Viciados

Piazzas I

Hélio Oiticica beija minha mão esquerda enquanto eu tento esconder opiáceos dos guardas e malandros dessa rua antiga e sem dono. Me escondo nos paralelos invisíveis da tua língua morta sem tradutores e dicionários. […]

Leia mais…

Continue lendo
18/08/2016 Zumbido Fugaz

O passado trás presente

O seu nome ecoa na minha mente Como o sino que insiste Em avisar sobre a missa das 18h O seu corpo comprime meus anseios Mas trás a tona os mesmos medos dos 16 anos Quando eu te vejo chegar um carro bate E eu não sei mais dizer se ainda são 14 cores que […]

Leia mais…

Continue lendo

Tecno-existência III – Um Manifesto Desesperançoso

04/07/2013 Gritos do Nada

Vou escrever pelos nerds e sua solidão, que é acompanhada por esses milhares de aplicativos…

E também pelas jovenzinhas com pernas bonitas e bocas nervosas, que são apenas mocinhas sozinhas, com uma Smirnoff numa mão e o celular na outra…

Escrevo por essa solidão dos 500 rostinhos no Face, na centena de seguidores no Twitter e Instagram, a solidão das curtidas no Foursquare
A solidão das promessas vazias de mais interação…

[quote_left]Escrevo por essa solidão dos 500 rostinhos no Face[/quote_left] Essa solidão dos papos no e-mail, da resposta pelo iPod, da esposa que curte o status do marido, das mensagens cheias de reticencias…

MAS ESSA É A VIDA!!
Pra agora e pra sempre somos reféns.
Ou você vive nesses moldes ou, praticamente, não vive… Se ninguém te segue, se ninguém te “vê” on line… Você está vivo?!?!

E talvez esteja mais vivo do que nesse mundo de gente que abre sua vida nas TL’s, mas, de novo, quem saberá?
Hoje estar vivo é ter uma bolinha verde do lado da sua foto!

Como essas celebridades vazias que tem que VIVER sendo fotografadas, entrevistadas, pegas em flagras… é tudo triste, mas é tudo “real” e a gente acaba se acostumando…

Também escrevo contra a economia de letras dos sms’s, das ligações curtas, das conversas rápidas, das noites loucas e cada vez mais raras…

Contra as baladas em que todos são de plástico e as meninas nunca sentem frio e nem tem freio! Onde 3 horas da manhã todos procuram QUALQUER boca para beijar pra saciar um desejo… o desejo de ter o que contar e ser verdade dessa vez!

Escrevo sobre o efeito do teste do bafômetro e com os postos de gasolina lotados! [quote_right] …contra a economia de letras dos sms’s, das ligações curtas, das conversas rápidas, das noites loucas e cada vez mais raras…[/quote_right]

Digito enraivecido com o som dos carros sempre altíssimos não deixando as pessoas conversarem, até porque se conversarem… (AH SE CONVERSAREM!!!) perceberão que são vazios! E que mundo seria esse em que de fato enxergássemos nossas fraquezas e debilidades?

Teríamos pena de nós mesmos? NÃO!! Teríamos raiva!

Tem uma letra de sertanejo que diz assim: “É meu defeito, eu bebo mesmo. Beijo mesmo, pego mesmo. E no outro dia nem me lembro. É tenso demais!

Não consigo pensar em nada mais lindo e direto!

Ir ao post original

Fim de Semestre

02/07/2013 Gritos do Nada

Não sei se passei o semestre inteiro a me preocupar
Em muitos momentos assumi, sobre as notas, um tom blasè

E no fim me restou essa tela com colunas, nomes e notas
E espero, quase morrendo, a atualização que nunca vem

Maldigo todos os nomes que estão por trás dessa louca demora
E rogo que nenhum deles, professores, maldiga o meu por engano

Nunca as notas vêm juntas, sempre em separado.
E quase sempre vem primeiro as que já tinha certeza

Se perdi dias fazendo trabalhos? Sim, mas nunca sei
Se o tempo que perdi foi suficiente pra passar

O medo, eu juro, não é apenas do fracasso e da repetição
Nem do exame, enquanto todos já veem TV em casa

O medo é de voltar pra sala e ver a cara do professor de novo
E procurar no seu rosto a sombra de um sorriso sarcástico

Lembro das brejas que tomei e dos dias que disse foda-se!
E de quanto me arrependi quando a prova me veio a mão

Também lembro dos roles que não fui, das noites que perdi
E dos sábados de manhã em volto em livros e anotações

Tudo pára! A página carrega as últimas notas. Prendo a respiração
Fecho os olhos e quando os abro é pra ver que não…

Não foi dessa vez que vou ter que voltar!!
Então FODA-SE! ATÉ SEMESTRE QUE VEM!

Ir ao post original

Pra onde vamos depois disso tudo? (Ou a Vacina Ruim)

29/06/2013 Gritos do Nada

Foi lindo o povo na rua, mas nada mudou!

O trânsito ainda é uma merda, as ruas esburacadas, seu salário é zuado, a escola continua paupérrima, assim como muitos dos hospitais públicos.
Obras ainda são superfaturadas e, enquanto você lê isso, o governo está arrecadando mais impostos do que nunca e ninguém tem muito ideia de como é usada essa grana.
(mais…)

Ir ao post original

Recordar é viver

03/02/2012 Zumbido Fugaz

Saudade inútil

Foi numa noite como essa, onde a lua governava e as estrelas brilhavam, que tudoo era poesia pra mim, e hoje me encontro assim, tão vazia. O perfume do teu corpoo Na minha camiseta, se perdeu com o tempoo, as juras dAquele tal amor se tornaram cinzas diante dos dias que se passaram. Os telefonemas […]

Leia mais…

09/08/2011 Sonhos Viciados

O silêncio dos lobos

Cheguei cedo demais em casa Dei de cara no espelho. Senti o amargo do silêncio. Vi as cinzas do meu último incendio. Dei de cara com a culpa. Face suja, empoeirada. […]

Leia mais…

12/07/2013 Gritos do Nada

Sēx Mense

Não importa se o sol nasceu, se tocou o alarme ou não… Começo meu dia mesmo é entre seus beijos e braços E por mim tudo lá fora, bom ou ruim, é só uma ilusão Eu quero é o aperto da nossa cama , não quero mais espaço Eu a acho linda e ela diz […]

Leia mais…

30/08/2012 Colunas - Sonhos Viciados

Manicômios sem portas

Vavá do transporte esta em todos os lugares. Haddad observa o horizonte na luz solar que diz: entre nós as ruínas, mas tudo bem. Só decore as siglas e acredite. Aceite os trens apitando, as escolas abandonadas e manicômios sem portas. As crianças escondem os lanches, meus amigos bebem até onde podem, escondo troco e […]

Leia mais…

27/03/2012 Colunas - Zumbido Fugaz

Querer mais

Sim você vai descobrir como escalar noites ásperas Sua mente pode demorar a entender as escalas Mas o destino sempre te leva para o rumo que se quer Não é algo fixo a chance  é sua de mudar o rumo. Não espere por mim esta noite vou estudar até tarde Eu preciso me focar em […]

Leia mais…

10/12/2014 Sonhos Viciados

Alegria, alegria

Caminhando na cidade sem espelhos Sem vitrines, sem ofertas, sem sinais. Só lembranças de beijos, tardes de sossego, vida certinha querendo ser rock’n’roll. Cantando na cidade de crianças sem olhos, escrevendo nas camisetas desespero. Não é filme de horror. A cavalaria aponta a espada pra garganta das senhoras de olhos negros. Olho fosco, nenhum brilho […]

Leia mais…

Artista



Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: