18/08/2016 Zumbido Fugaz

O passado trás presente

O seu nome ecoa na minha mente Como o sino que insiste Em avisar sobre a missa das 18h O seu corpo comprime meus anseios Mas trás a tona os mesmos medos dos 16 anos Quando eu te vejo chegar um carro bate E eu não sei mais dizer se ainda são 14 cores que […]

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26/09/2015 Gritos do Nada

Vidraça

Não serei mais vidraça pro seu grito de guerra Nem admitirei ser fraco ou omisso Aqui quem fala é que nunca espera É quem fez de verdade da luta compromisso. Não aceito seu preconceito descabido Sua neura e sua falta de argumento Me deixe então com meu livre arbítrio! Já que não me é possível […]

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03/02/2014 Sonhos Viciados

Piazzas I

Hélio Oiticica beija minha mão esquerda enquanto eu tento esconder opiáceos dos guardas e malandros dessa rua antiga e sem dono. Me escondo nos paralelos invisíveis da tua língua morta sem tradutores e dicionários. […]

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Adorável destino dos meus trocados

10/09/2011 Backstage

Acabei de sair da livraria e sempre que saio dela lembro de uma entrevista do Fernando Henrique que dizia que seu único mal era gastar dois mil por mês em livros. Digo isso pois acabo de sair de uma com dó de gastar 38 reais. Na pirâmide estou posicionado junto aos caras que de assustam com os 38.

Não que um Roberto Piva não valha, ainda mais acompanhado numa impressão bacana, com papel de qualidade. Mas va lá 38. Preciso pensar mais, juro economizar numas cervejas pra dar esse passo. Acho que o que me deixou mais triste é que o tal livro era só o primeiro volume. Ou seja, outros 38 me aguardam…

Não dei esse passo ainda… Ainda. Por enquanto vou vendo seus vídeos no youtube e pensando na praça da república dos meus sonhos.

Hoje o que brilhou foi outro livro, na verdade outros, levei e digo que ao menos de um sai uma resenha aqui no site.

O valor da compra beijou o estimado livro do Pivão. Mas numa total falta de tempo ou na delícia de puxar um livro a esmo e permitir que ele te surpreenda eu achei o Destino poesia, ali, rosa, verde, mangueira, rebolando para mim. Achei ele numas de ler um blog, poesia marginal dos anos 70. Um pouco de Google e ele ficou na memória, o triste que foi na minha memória que é algo para não se confiar.

Sei que o livro saltou da estante e saiu de alguma entranha obscura da minha mente, logo lembrei da vez que li sobre esse livro. Enfim, aqui estou, encarando o destino que se abriu. Veremos no que dá.

Enquanto isso ainda sonho em visitas na livraria com direito a cestinha pra entupir de livros e o que mais der, afinal as lojas de hoje também vendem discos e discos habitam nos meus sonhos junto com Alices em países de ópio e Kerouacks que navegam em madrugadas.

Enquanto isso, um vídeo do Roberto Piva no youtube:

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Fala ai…

Eles falam de mim, parece que sempre falam
Sei lá se me odeiam ou é só inveja
Sei que a caravana segue enquanto os cães ladram
E nem perco meu tempo com o veneno que visceja

Eles apontam, com gosto, minhas falhas
Colocam o dedo em qualquer erro meu
Não entendem, esses cabaços canalhas
Que quem paga por meus erros sou eu!

Ninguém paga minhas contas ou a cerveja
E qualquer um deles está a quilômetros de mim
Não me importa onde essa turba esteja
Esse lugar, acredite, só pode ficar ruim!

Mas hoje queria ofendê-los, xingar
Até porque falar de mim virou moda
Porém sei que essa inveja é o preço a pagar
Por eles olharem pra mim e acharem que eu sou FODA!

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Bar do Juarez – Chopp e Mulher bonita!

08/09/2011 Resenhas de Bares

Você deve estar estranhando eu falar sobre um bar “digno”, conhecido e com site pra se visitar (http://www.bardojuarez.com.br/) onde o chão é limpo e as bebidas são boas…

Gostaria de dizer que vou ganhar alguma coisa com isso, mas não! Vai ser de graça mesmo.

Ontem estive lá e gostei muito do lugar, o Bar do Juarez que conheci fica na Joaquim Nabuco, lá pelo Brooklin, e só estive lá porque um amigo mora perto e queríamos tomar umas brejas. Como gostei resolvi que ele merece espaço aqui.

Aliás deve haver um motivo semântico ou espiritual para querermos beber cerveja sempre que junto com os amigos, mesmo que não seja para comemorar nada.
Sempre digo que o gosto da cerveja quem dá é a cia, e por isso por pior/melhor que seja o bar, quem vai dar qualidade a ele é a galera/amigos que estão conosco.
Sendo assim se for uma tranqueira ou não, o bar pode ser bom, afinal de contas, por mais sujo que seja o muquifo,  a cerveja vem fechada e o copo a gente pode limpar com o guardanapo.

Mas, no Bar do Juarez não precisa de nada disso, o lugar é chic bem! Cola uma galera mais classe média, tem bastante menininhas que moram lá perto, e bem bonitas!
[quote_left]Sempre digo que o gosto da cerveja quem dá é a cia e por isso por pior/melhor que seja o bar, quem vai dar qualidade a ele é a galera/amigos que estão conosco.[/quote_left]
Obviamente que diante de nossas carcaças zuadas e do fato de não sermos seres livres ficamos nos comes e bebes e nada de se engraçar com as bonitinhas.

No Juarez se a idéia é beber cerveja e só, lá não é o melhor lugar do mundo, eles não vendem aquelas garrafas clássicas de 600 ml, só tem long neck, o que é chato porque na hora de servir pra 4 tem que abrir 3, e ai fica um restinho na garrafa que depois fica ruim de beber e tals… não curti isso.

Mas tem explicação! Lá é um bar de Happy Hour, e a pegada é o famoso Chopp Brahma, que de fato é uma delicia, então se for até lá, esquece isso de cerveja, se joga no chopp que é melhor.

Os preços são salgados, mas tem que lembrar que no preço das coisas está também incluso o ambiente e a localização, que são ótimas. O bar tem varanda e a gente pode ficar olhando o movimento da rua. Dentro a galera que fica é mais família, pelo menos ontem, ai tinha gente com criança e bebê, clima bem gostoso.

Galera curte mesmo comer no Rechaud por lá, a gente, molecamente, pediu uma porção de mandioca frita e depois polpetinhos caseiros, ótimos. A mandioca é sequinha, e o tal polpetinho tem mais jeito de kibe metido a besta que qualquer outra coisa, mas bem gostoso!

A pegada é ir com sua/seu namorada/o (ou pretendente) ou pra comemorar aniversários.
Os garçons são bem simpáticos e aceitam brincadeira.

Pros mais corajosos que queiram esticar a noite tem um “american bar” do lado que mais parece um cassino de tanto neon, a gente não foi até lá, mas quem curte esse tipo de rolê… se joga!

Resumidamente:
Ótima localização e ambiente,
e o público é mais bonito que a gente

Beber cerveja não é negócio,
melhor é beber chopp e ficar no ócio

As comidinhas são deliciosas,
não são baratas, mas são gostosas!

Especialidade dos caras são as carnes no Rechaud
Caso não saiba virar a carne chame o garçom, por favor.

Juarez é pra um dia que queria gastar mais e comer bem.
Melhor é ir acompanhado/a do seu amor
Se for solteiro/a vá bem vestido/a pra não sair sem ninguém!

Bar do Juarez ganhou 8 corvinhos!

Bar do Juarez – Brooklin

Rua Joaquin Nabuco, 325

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Recordar é viver

22/10/2011 Gritos do Nada

Fim do mundo!!

Ele disse que ia acabar Gritou: É o fim! Vai ruir! Ele leu a bíblia e tava lá: Dia 22 começa o fim! Eu acordei, tinha que acordar E o sábado de sol me mostrou: Essa maluco fanático mentiu pra mim! Você sabe o que é acordar No dia em que tudo ia pros ares? […]

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27/09/2011 Gritos do Nada

O maior dos homens gol! Romário!

Todos têm um homem gol… Ou deveriam ter Alguém pra se gritar o nome quando vemos a rede estufar Um cara, ou “o cara”, que faça o adversário tremer Que faça a arquibancada torcer e vibrar… E ele pode passar o jogo quase todo sem receber uma redonda E ele xinga, se exaspera, pois pra […]

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10/01/2010 Colunas - Gritos do Nada

E se…

E se vc perder?Me diga: E se não for você?Que horas vai chorar?Quanto vai sofrer? O que esperava dessa noite?Soluções, pedidos… amor?Te provo e me perguntas o que acho…Quer me ouvir dizer que foi bom? Ah! Tanta maldade tinha pra dizer…Mas, ali, na hora, tive só vontade de ir…Não vem com essa de voltar a […]

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07/05/2012 Colunas - Sonhos Viciados

Curitiba

Eu sigo os passos. Gravo todos o movimentos. Coleciono encartes de turismo, guardo mapas, mesmo não dando a mínima pra eles. Eu sigo os passos, coleciono teus sorrisos e já cheguei na milésima primeira variação deles. Sigo os passos e finjo. Acho que ela sempre percebe. Mas eu finjo. Ela me dá mapas e eu […]

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29/01/2013 Gritos do Nada

Tecno-existência

Minha história está em fotos e comment’s Perdida entre fotos de gatinhos na timeline Minha história é uma sucessão de fotos sorridentes Sobre os lamentos restam os post’s com letras de músicas Minhas história está nos check-ins em lanchonetes caras Passeia a minha alma entre cupcakes e brigadeiros com canela Minha história está nas mentiras […]

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01/10/2014 Gritos do Nada

Sou parte pendente

Sou parte ausente Sou parte e sou frente […]

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Artista



Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: