26/09/2015 Gritos do Nada

Vidraça

Não serei mais vidraça pro seu grito de guerra Nem admitirei ser fraco ou omisso Aqui quem fala é que nunca espera É quem fez de verdade da luta compromisso. Não aceito seu preconceito descabido Sua neura e sua falta de argumento Me deixe então com meu livre arbítrio! Já que não me é possível […]

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18/08/2016 Zumbido Fugaz

O passado trás presente

O seu nome ecoa na minha mente Como o sino que insiste Em avisar sobre a missa das 18h O seu corpo comprime meus anseios Mas trás a tona os mesmos medos dos 16 anos Quando eu te vejo chegar um carro bate E eu não sei mais dizer se ainda são 14 cores que […]

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03/02/2014 Sonhos Viciados

Piazzas I

Hélio Oiticica beija minha mão esquerda enquanto eu tento esconder opiáceos dos guardas e malandros dessa rua antiga e sem dono. Me escondo nos paralelos invisíveis da tua língua morta sem tradutores e dicionários. […]

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Abraços e Braços

11/10/2010 Colunas - Gritos do Nada

Me joguei nos abraços
E em todos os braços
Me perdi…

Percebi que meu tempo é escasso
E minhas palavras são laços
Pra te amarrar e sorrir

Mas pra ti meu nome é só um traço
Também sei que pra ti não passo
De um ser pra se rir

Porém eu sonhei com seus braços
E era lá no seu corpo entre os abraços
Que valia a pena existir

Diante disso: O que são os percalços?
Se ao olhar em seus olhos
Eu não posso mentir…

E se mentir eu não posso
Digo: Estou disposto
A lhe ter sem ter fim!

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Cai a Chuva

21/09/2010 Gritos do Nada

Cai a chuva… Gostas de frio
Nesta rua imunda, um choro se ouviu

E são corpos molhados… É sangue, lágrimas e águas
Gritos são calados, pelas dores e pelas mágoas

Onde se escondeu a redenção para esse ser vazio?
Quase morto espalha-se pelo chão, caído, sem saber por que caiu…

E o que o mantém vivo? Não sabe responder…
Pode ser esse frio e a falsa vontade de desaparecer

Sempre foge, se esconde e nunca sorri
Seu alívio é uma mentira, que ele inventa pra si

Acende mais um e finge não entender
Que traga a redenção, pois pra ele redenção é morrer

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Macia…

17/08/2010 Colunas - Gritos do Nada

E era macia sua imagem, como deve ser sua pele
Procurando em cada poro seu sabor…
Mas lá nos reconditos do teu corpo me encontrava
Entre os suspiros de prazer que sentia na minha pele

O que fiz até hoje sem sentir teu hálito?
Como pude viver sem te tocar?
Se foi só nos teus olhos que busquei a paz
E foi nos teus olhos que encontrei a mim

Derramei meus olhos sobre seu corpo
E queria poder nunca mais ter de secar
Mas a vida me chama, e da vida não fujo
E a saudade reclama, o gosto de te beijar

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Corpo Nu

30/07/2010 Colunas - Gritos do Nada

Ela tirou todas as peças…
Um corpo Nu! Vazio de roupas
Cheio de lembranças
Um corpo nu de pele branca

Sem marcas, límpido…
Em pé eu te assisto
Deitada, sonolenta
Ameaça se levantar…
Eu digo que fico…

Que fiz pra ter seu corpo?
Onde foi que acertei?
Vejo paz e medo no seu rosto…
E digo: por pouco não chorei!

Olho, e a busca é em vão
Dos beijos e do amor não há rastro
Por isso me corta o coração
Deixa-la sonhando enquanto parto…

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Deus?!?!

08/07/2010 Colunas - Gritos do Nada

Oh Deus!
E se Fores tão Controlador, quanto querem me fazer crer?
E se eu O ofendi com esse meu recorrente desdém?

Pior! E se de fato existir?
Sei que a mim não poderá perdoar…
Mas também sei que muitos que creem vão comigo…
Purgatório ou inferno? Sei que não vai importar.

No Seu paraíso não haverá ninguém…
Pois só de pensar já pecou…
Que cristão se dirá puro e Tu dirá “Amém”?

Se o sol apareceu porque Tu quis…
E a chuva vem ao ordenar
Me diz: Qual seu plano? Quero entender
Para saber quantas pessoas ainda vai matar…

E aquele pobre crente que grita “Jesus!”?
Que mau tem o que comer, onde morar…
Porque não mostra a ele a luz?
Seria ele, Digníssimo, um novo Jó a reencarnar?

Por que tua pureza não toca corações?
Por que homens tocam crianças tirando a pureza?
Será, oh Onipresente, suas tais provações?
Me toque, me explica, me dê alguma certeza!

E o amor que tirou do meu coração?
O que, perdão, Diabos colocará no lugar?
Espero que seja algo a mais que essa vontade de ficar…
E no dia que eu for partir espero que sua palavra seja não…

Haverá mesmo um céu pra te encontrar?
Terei mesmo a honra de te ver?
Sei que essa alma não vai te importar…
Mas hoje, Deus, eu não quero nem saber…

Se existes ainda não sei…
O que sei é que se alguém criou esse mundo
Perdeu tempo criando essa chaga…
É um ser triste demais pra adorar…

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Recordar é viver

20/04/2009 Colunas - Sonhos Viciados

Sede, intervalos e dias comuns

As vezes rola olhar no espelho.E sabe, até me assusto.Com as marcas todas. Até as invisíveis.Pois é, até os olhos que tanto amaldiçoouestão aqui, companheiros.Saltando da minha cara. É foda admitir.Se não digo, o corpo entrega.Juro que quero esconder a urgência.Mas tá lá, nas unhas, na boca. Afogo em copos,em salas escuras.Na rua as 6 […]

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03/04/2014 Zumbido Fugaz
Eu só liguei para ouvir a sua voz...

Fases

10/01/2013 Backstage

Os 10 melhores de 2012

Mais um ano se foi e 2012 foi muito importante para nós dos prascucuias. Nunca escrevemos tanto e para celebrar a produção desse ano que passou escolhemos os 10 melhores na opinião de nós mesmos. […]

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27/11/2011 Backstage

Desafio I – Queremos saber

Pessoal a brincadeira é simples. Você escolhe um tema que quer ver aqui no Prascucuias. Pode ser o tema que mais te agrada, que mais te inspira, que mais gosta de ler ou até o mais estranho pra botar todo mundo aqui na fogueira. O mais votado entra para redação do Prascucuias e os colunistas […]

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06/08/2012 Sonhos Viciados

Fê Fetiche

As estudantes de moda voltam a freqüentar os bares capengas que amargaram um mês de solidão. Elas voltam pra humilde companhia de breacos e seres sem luz que sempre pedem mais uma dose no final. As estudantes de moda trazem junto garotões sedentos por uma chance, uma noite e junto deles camisetas Abercrombie recheadas de […]

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05/06/2012 Colunas - Zumbido Fugaz

Mundo, querido mundo

Foi um erro buscar uma cura para o mundo? Sentir na pele todo pensamento imundo A malandragem por uma grama de diversão que não  exige limite de perversão que vai junto com a dignidade que se tem uns de mais outros de menos retem caminha olhando os objetos que possuem e não tem imaginação do […]

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Artista



Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: