Não serei mais vidraça pro seu grito de guerra Nem admitirei ser fraco ou omisso Aqui quem fala é que nunca espera É quem fez de verdade da luta compromisso. Não aceito seu preconceito descabido Sua neura e sua falta de argumento Me deixe então com meu livre arbítrio! Já que não me é possível […]
Tem algo de sombrio nessas idéias
E seu disser que não acredito.
Que sei como somos feitos
e é maluquice crer.
Que os lençois que trocamos
foram poucos.
Que as horas foram poucas.
Que nada de grande abateu
nos intervalos dos nossos beijos.
Que foi fugaz, coisa qualquer.
Tão efêmero como esses hits que embalam as rádios.
Seria justificativa bastante pra dizer que:
“Eu não acredito!”