O seu nome ecoa na minha mente Como o sino que insiste Em avisar sobre a missa das 18h O seu corpo comprime meus anseios Mas trás a tona os mesmos medos dos 16 anos Quando eu te vejo chegar um carro bate E eu não sei mais dizer se ainda são 14 cores que […]
Tem algo de sombrio nessas idéias
E seu disser que não acredito.
Que sei como somos feitos
e é maluquice crer.
Que os lençois que trocamos
foram poucos.
Que as horas foram poucas.
Que nada de grande abateu
nos intervalos dos nossos beijos.
Que foi fugaz, coisa qualquer.
Tão efêmero como esses hits que embalam as rádios.
Seria justificativa bastante pra dizer que:
“Eu não acredito!”