Não é posia, nem narração e muito menos uma dissertação. Eu não cópiei e colei, também não criei, apenas me loguei e digitei.
É domingo, madrugada, mas ainda não dormi nada, nem agora, nem ontem e nem na noite antepassada.
Que ridículo, até meu texto esta sendo rimado, eu não quero essa palhaçada! Não que rimar seja engraçado.
Tanta coisa eu não quero e faço, vivo e me mato! Tem coisas que realmente devem morrer, o pecado que nos leva a morte, a falta de compaixão, a falta de perdão, a arrogância, toda ignorância.
Aprendi tarde ou no tempo exato, que mulher deve apenas ser mulher. Nada de desejar ser igual ao homem, não. Devemos ser sempre sensíveis, delicadas, educadas, chorar ao ver o comercial de margarina, sorrir para uma criança, fazer carinho no cachorro pulguento que fica no ponto de ônibus, ser sempre submissa ao marido. Amar a Deus, edificar o seu lar. Devemos nos amar, entender que nosso corpo não é um objeto de prazer, nosso corpo vai muito além disso, não é qualquer um que deve tocá-lo, mesmo que eu deseje, muitas vezes devemos matar nossos desejos para não “velar” nossa alma. Eu poderia continuar, escrever um texto enorme, sobre tudo que aprendi e aprendi dolorosamente. Mas, eu dúvido que chegou ler até aqui. Então se leu, deve ter pensando, perdi meu tempo, essa louca pensa que aqui é seu diário, escreveu apenas um desabafo!