18/08/2016 Zumbido Fugaz

O passado trás presente

O seu nome ecoa na minha mente Como o sino que insiste Em avisar sobre a missa das 18h O seu corpo comprime meus anseios Mas trás a tona os mesmos medos dos 16 anos Quando eu te vejo chegar um carro bate E eu não sei mais dizer se ainda são 14 cores que […]

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03/02/2014 Sonhos Viciados

Piazzas I

Hélio Oiticica beija minha mão esquerda enquanto eu tento esconder opiáceos dos guardas e malandros dessa rua antiga e sem dono. Me escondo nos paralelos invisíveis da tua língua morta sem tradutores e dicionários.

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26/09/2015 Gritos do Nada

Vidraça

Não serei mais vidraça pro seu grito de guerra Nem admitirei ser fraco ou omisso Aqui quem fala é que nunca espera É quem fez de verdade da luta compromisso. Não aceito seu preconceito descabido Sua neura e sua falta de argumento Me deixe então com meu livre arbítrio! Já que não me é possível […]

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Sabe história de amor que a gente conta e desconta…

08/05/2011 Colunas - Sonhos Viciados

Sabe história de amor que a gente conta e desconta, estou nessas de reinventar as aventuras que não vivi e todo mundo de algum jeito já conhece. Não é tarefa fácil escrever um romance sob encomenda. E estou nessas, num profundo poço sem dose alguma de vontade, vontade de sair de casa, vontade de trabalhar e sem jeito de buscar no emaranhado das minhas historias alguma saída pra esses conflitos de novela das nove. A Ruth que por meses sai por ai não me inspira nem uma anedota, sei que por ai já fui motivos até de trovas, mas nem o punhado de decepcões me motivam uma linha, nem me dão o direito de resposta. Enfim, abro o conhaque e vasculho as poucas páginas desse romance ainda sem nome e penso que pouco cobrei pra dar de cara novamente com as mulheres que me negaram. Esse romance ainda sem nome mora em algum lugar, talvez na sua estante, nos meus dias ou até nas suas próximas semanas.

Não importa, só quero mesmo me livrar, desse romance sob encomenda.

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Ontem… E nunca!

Tarde da noite, já bebi…
Mas hoje nem bebi demais
Noite já tarde, onde estou?
Em que passo da noite tropecei?

Seguro essa noite, posto que ninguém me segura
Com os olhos vidrados nos olhos de quem fala cuspindo
Falei tantas coisas, bati com vontade
E no alto da maldade eu também cuspi

Gritei as bobagens as velhas e as novas
Não senti nenhum soco ou gosto ruim
Só queria afundar no rosto do patife
As merdas que dele eu ouvi!

Não liguei pros amigos e quase os perdi
Eu fui tosco, o bandido, e idiota eu feri
Nas loucuras da briga eu não sei que falei…
E pedir perdão, agora envergonhado, é tão pouco…

Mas hoje, lembrando o ocorrido e passado
Lembro que eram 3 os bastardos paspalhões
E os 3 me empurraram e socaram-me o rosto
E tão falhos e toscos não tiraram sangue

E eu, tão trouxa e cabaço achei isso o máximo!
E nos flash da briga não sei quem perdeu…
Só sei que o mundo é mais que um insulto
E perder dentes, eu digo, não é algo meu…

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Lanche de Pernil

A bola corre, se bate na bola
Bate mais forte meu coração
A bola decide, a bola que rola
Quase matando de angústia a multidão

Corre o menino, sorrindo ele corre
Atrás do seu sonho, chutando a ilusão
Se chuta no canto, no cantinho ela morre
Explode o estádio de emoção

Grita a torcida, cantando ela joga
Longe ou perto, não torce em vão
Se perdem choram, por vitória se roga
Tão triste, tão pouco, se perde a razão

Futebol é amor e amor não se explica
Não se explica o que só se pode sentir
Me diz há algum sentido nas lágrimas na grama?
E me diz, algo mais belo pode existir?

Da corrida ao gol… do gol ao mundo
É meio bobo, mas é profundo
O grito e o sentimento despertado
Pelo gol e pelo estádio lotado!

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Recordar é viver

28/11/2014 Gritos do Nada

Sangue, Suor & Cerveja – A Partida de Truco

Antonio não queria nem saber, pediu outra! Mesmo estando tão bêbado que não se levantava O truco estava silencioso, como nunca esteve E Antonio só fez sua jogada quando a breja chegou Tomou de um gole todo o conteúdo do copo americano Respirou pela boca e soltou um suspiro alto

23/05/2012 Gritos do Nada

Você pode sonhar qualquer sonho

Você poderá sonhar qualquer sonho, afinal sonho é sonho, Acorda-se e vamos trabalhar… Trânsito, metas, gente chata Mas o que de verdade você deseja quando seus olhos se abrem de manhã? Que histórias vai contar daqui a alguns anos? Vai contar pros netos das novelas? Dos jogos que viu pela TV? Vai rir as histórias […]

07/05/2011 Gritos do Nada
Futebol é amor e amor não se explica

Lanche de Pernil

14/03/2015 Sonhos Viciados
Minha janela nesse domingo entrará em retiro espiritual. É dada a hora de outras bandeiras tremularem e não às minhas. Por isso fecho a janela do mundo e me recolho com certo constrangimento.

Camiseta negra. [O dia que não sai de casa]

10/07/2011 Sem categoria

Madrugada

Não é posia, nem narração e muito menos uma dissertação. Eu não cópiei e colei, também não criei, apenas me loguei e digitei.É domingo, madrugada, mas ainda não dormi nada, nem agora, nem ontem e nem na noite antepassada.Que ridículo, até meu texto esta sendo rimado, eu não quero essa palhaçada! Não que rimar seja […]

26/11/2013 Zumbido Fugaz
Não é egoísmo, é um amor exausto...

Vencidos pelo cansaço

Artista



Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: