18/08/2016 Zumbido Fugaz

O passado trás presente

O seu nome ecoa na minha mente Como o sino que insiste Em avisar sobre a missa das 18h O seu corpo comprime meus anseios Mas trás a tona os mesmos medos dos 16 anos Quando eu te vejo chegar um carro bate E eu não sei mais dizer se ainda são 14 cores que […]

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26/09/2015 Gritos do Nada

Vidraça

Não serei mais vidraça pro seu grito de guerra Nem admitirei ser fraco ou omisso Aqui quem fala é que nunca espera É quem fez de verdade da luta compromisso. Não aceito seu preconceito descabido Sua neura e sua falta de argumento Me deixe então com meu livre arbítrio! Já que não me é possível […]

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03/02/2014 Sonhos Viciados

Piazzas I

Hélio Oiticica beija minha mão esquerda enquanto eu tento esconder opiáceos dos guardas e malandros dessa rua antiga e sem dono. Me escondo nos paralelos invisíveis da tua língua morta sem tradutores e dicionários.

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Recordar é viver

15/09/2011 Backstage

Coca-cola, paranóia capitalista e noites em claro.

Juro que pensei em um nome melhor para começar a escrever isso mas acho que o cenário por aqui me fez ser muito sincero. São tantas da manhã e juro que logo mais eu acordo, o copo de coca é o meu lobo companheiro e isso não tem nada a ver com minha paranóia capitalista. […]

24/08/2011 Resenhas de Livros

Caos – Terrorismo poético e outros crimes exemplares – Hakim Bey

Qual melhor livro que eu já li? – Caos – Terrorismo poético e outros crimes exemplares! Assim, rápido, sem muito pensar. Talvez pensando com carinho exista algum outro, mas não importa, ele o é top of mind. Mas vou chegar até aqui, antes vou voltar e contar uma histórinha. Teve um tempo que dei de […]

03/08/2013 Gritos do Nada
Porque primeiro beijo é confuso, línguas, gemidos e medos Primeiro beijo é o fim! Só que travestido de começo!

O Primeiro II

10/02/2014 Gritos do Nada
Mesmo os dias mais fáceis são muito difíceis...

Até dos dias fáceis são difíceis – Gustavo

15/05/2011 Gritos do Nada
E sou escravo doente das vontades que tenho...

Nem sempre é o melhor…

24/12/2022 Gritos do Nada

Jogadas ao vento

As paredes não enxergam Mas dizem que tem ouvidos Beliscam azulejos, beijam cotovelos Os loucos fazem o impossível Deita sobre a relva o amor Que se desfaz em orvalho na grama Só entende quem ama! Mas tudo está por dizer Nada NUNCA foi feito E sem feito nada será Cubro o rosto com a capa […]

Artista



Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: