26/09/2015 Gritos do Nada

Vidraça

Não serei mais vidraça pro seu grito de guerra Nem admitirei ser fraco ou omisso Aqui quem fala é que nunca espera É quem fez de verdade da luta compromisso. Não aceito seu preconceito descabido Sua neura e sua falta de argumento Me deixe então com meu livre arbítrio! Já que não me é possível […]

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18/08/2016 Zumbido Fugaz

O passado trás presente

O seu nome ecoa na minha mente Como o sino que insiste Em avisar sobre a missa das 18h O seu corpo comprime meus anseios Mas trás a tona os mesmos medos dos 16 anos Quando eu te vejo chegar um carro bate E eu não sei mais dizer se ainda são 14 cores que […]

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03/02/2014 Sonhos Viciados

Piazzas I

Hélio Oiticica beija minha mão esquerda enquanto eu tento esconder opiáceos dos guardas e malandros dessa rua antiga e sem dono. Me escondo nos paralelos invisíveis da tua língua morta sem tradutores e dicionários. […]

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Piazzas VI

27/01/2016 Sonhos Viciados

Deito nas costas de um vagabundo qualquer entre a correria das pessoas apressadas.
Deito no descanso de anjos arrependidos, dos suplicantes e suicidas.

Um silêncio me toma, um silêncio come as paredes da minha alma. Posso ouvir as carícias do mar, de um mar tão distante, num daqueles que poderia me refrescar e lavar minhas mãos cheias de culpa e ódio metropolitano.

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Recordar é viver

12/04/2012 Colunas - Sonhos Viciados

Fruto proibido

Amor tem muito de fruto proibido, Uma certeza que já nasceu equivocada. Um carinho traído, um passaporte de entrada e saída. Amor tem disso, impuro, roto, rasgado. Quem não viveu isso, só leva o pedaço sem graça do paraíso. Amor, amor. Repetido aos ventos. Infantil e perverso na mesma parábola. E falo de amor e […]

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30/06/2011 Colunas - Sonhos Viciados

A falência ou coisa que o valha

Construir uma ideia.e te dar um sorrisoestão nos planos diários. me fracionar em pedaçose te entregar as fatiassão o alimento pro seu café da manhã. Só acho isso estranho,pois ultimamente você parace não querer. […]

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27/02/2014 Gritos do Nada

E agora, Peixe?

E agora, Peixe? O primeiro tempo acabou A virilha doeu A gente lutou E o empate permaneceu… […]

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25/02/2014 Zumbido Fugaz

Poderei esquecer?

Vou percorrer mil mundos jogar minha memória num aterro tatuar a minha pele com cera ser inspirada pelo exótico. […]

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13/07/2012 Zumbido Fugaz
Ódio, rancor, ternura, tesão...

O sol

29/04/2013 Sonhos Viciados

Condicionamento para corações sedentários

Encaro um coração aflito empunhando um copo de café amargo e frio como se fosse uma afiada espada. Sem escudo. Quando se ama não se tem seguro. Encaro um pequeno músculo do tamanho de um pulso fechado. Corpo fechado, quando se ama não tem escudo. […]

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Artista



Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: