Hélio Oiticica beija minha mão esquerda enquanto eu tento esconder opiáceos dos guardas e malandros dessa rua antiga e sem dono. Me escondo nos paralelos invisíveis da tua língua morta sem tradutores e dicionários. […]
E fica tudo igual

Ninguém se mexe
Ninguém resiste
E fica tudo igual
Ninguém se mete
E só assiste
E a merda vira normal

