03/02/2014 Sonhos Viciados

Piazzas I

Hélio Oiticica beija minha mão esquerda enquanto eu tento esconder opiáceos dos guardas e malandros dessa rua antiga e sem dono. Me escondo nos paralelos invisíveis da tua língua morta sem tradutores e dicionários. […]

Leia mais…

Continue lendo
26/09/2015 Gritos do Nada

Vidraça

Não serei mais vidraça pro seu grito de guerra Nem admitirei ser fraco ou omisso Aqui quem fala é que nunca espera É quem fez de verdade da luta compromisso. Não aceito seu preconceito descabido Sua neura e sua falta de argumento Me deixe então com meu livre arbítrio! Já que não me é possível […]

Leia mais…

Continue lendo
18/08/2016 Zumbido Fugaz

O passado trás presente

O seu nome ecoa na minha mente Como o sino que insiste Em avisar sobre a missa das 18h O seu corpo comprime meus anseios Mas trás a tona os mesmos medos dos 16 anos Quando eu te vejo chegar um carro bate E eu não sei mais dizer se ainda são 14 cores que […]

Leia mais…

Continue lendo

Mais uma resenha ou como conseguir mais grana

16/09/2011 Backstage

Que tempo estranho!

E não é pelo frio descabido não!
Então por que? Ora porque estou numa fase criativa!
E não pense que isso tem a ver com qualidade, qualidade aqui neste espaço é com o Thiago, comigo o negócio é quantidade!

E estou bem, nos últimos dias escrevi mais de um texto por dia, e o bom da quantidade é que, apesar que nem todos eu achar bom, fazer muitos me permite escolher o que vou ou não publicar.[quote_right]comigo o negócio é quantidade![/quote_right]

Mas a discussão aqui hoje é: Mais de um por post por dia é algo bom, porque atrai mais gente ou algo ruim, porque a gente não deixa “repercutir” (odeio essa palavra) um texto que vale ficar mais tempo figurando como protagonista do site?

Complicado achar a resposta, se é que existe uma, afinal tem textos, principalmente os meus, que não valem mais que poucas horas como chamariz para o site, mas tem alguns, normalmente do Thiagão, que valem 3 dias como a primeira fotinha lá dos destaques.
…é precisamos de uma nova reunião! rs

Tirando isso, está na hora de mais uma Resenha de Livro, e eu devo começar a re-ler um livro que ganhei na faculdade de um autor marginal pra caralho: Macário Ohana Vangélis ou São Macário!
Pra se ter uma ideia ele é de Mauá! É muita marginalidade! rs

Acho que até o fim da semana sai, veremos se a preguiça não me pega!

No mais estou aguardando o tal Coletivo que semanas atrás mandei pro meu querido Thiago e, ao que parece, sairá um novo video em breve. Pra quem não viu o último (e primeiro) tá aqui o link: Gosto de cigarro

Agora tem outra pergunta: Por que vocês, poucos e ótimos leitores, não clicam nas porras dos anúncios?! A gente precisa de grana pra pagar as cervejas! rsrs

Ir ao post original

Saí pra beber!

15/09/2011 Gritos do Nada

Fui ao bar nesta noite pensando em não sair de pé
Limpei as lágrimas com as mangas da camisa puída
Pedi a velha cerveja, tirei 5 conto e perguntei “quanto é?”
Quis saber onde é o banheiro e não saber onde é a saída

Fingi que cada copo cheio era sua boca
E beijei e sorvi cada bebida com prazer
Me joguei na calçada sem medo de sujar a roupa
Deitei e dormi, pensando estar com você

Falei e gritei o teu nome e o que sinto
Puxei as pessoas próximas pra me escutar
Briguei com quem rio ou disse que minto
Fui bêbado chato, mas o fui por te amar!

Pedi mais doses e briguei com o não do garçom
Andei trôpego e inconveniente pelas cadeiras do bar
Parei  e chorei e dancei, mesmo sem ouvir o som
Nos braços de desconhecidos cai como se fossem o mar

[quote_left]Fingi que cada copo cheio era sua boca
E beijei e sorvi cada bebida com prazer[/quote_left]

Sentei na calçada,
pensando em como fui parar lá
Ouvi atrás de mim as risadas,
e a frente vi o asfalto brilhar

 

A noite terminava trêmula, no sorrir do novo dia,
Levantou o sol, imponente, iluminando as ruas e a mim
Mas minha noite trêbada foi muito mais curta e doentia
Pois noite e dor terminaram nos goles de uma Vodka ruim!

Ir ao post original

Coca-cola, paranóia capitalista e noites em claro.

Juro que pensei em um nome melhor para começar a escrever isso mas acho que o cenário por aqui me fez ser muito sincero. São tantas da manhã e juro que logo mais eu acordo, o copo de coca é o meu lobo companheiro e isso não tem nada a ver com minha paranóia capitalista.

O livro que descansa em minha mesa, que acabo de ler, é o Manifesto da esquerda vicejante do Marcelo Mário de Melo e podem acreditar que isso também não tem relação alguma com minha paranóia. Sei que logo mais eu preparo uma resenha para entrar que aqui no site, mas por hora eu encho o rabo de coca e me contento em saber que o sono amanhã vai ser meu novo lobo companheiro.

[quote_left]Eu aceito as condições, mas não aceito feliz
Roberto Souza[/quote_left]Na caixa de entrada do e-mail tem um poema-coletivo que o Roberto incitou um começo, mas juro que não me sai uma linha. Deve ser porque eu sei, que nada que eu coloque ali vai manter qualidade daquelas primeiras linhas. Não me sai uma linha e esses é um dos poucos momentos que eu sei. Mas uma hora sai, deixa por hora ficar aqui maturando.

Então fiquem ligados que logo vem um coletivo e mais resenhas.Temos uma promoção em breve para lançar no twitter, mas antes disso uma hora de sono.

Ir ao post original

Sou péssimo pra escrever…

14/09/2011 Gritos do Nada
Estudo sobre o Corpo Humano

Uma dor que engrandece minhas lágrimas
E torna molhada a terra do caminho
Mas é sem coragem o coração sozinho
Que lamenta e deixa pra trás suas vítimas

Perco a vontade vendo a mudança no relógio
Porque contar minutos é mais inútil que sofrer
E, por favor, não espere de mim mais nenhum elogio
Estou cansado de todos me olharem sem me ver

Perdi os documentos numa esquina e me libertei
Sonhei com seus beijos quentes pra variar
Disse e escrevi sobre amor e mais coisas que não sei
Me levantei com pressa, pra voltar a desabar.

Ouvi suas palavras como se fossem verdades
Nunca estou na sua confortável posição de duvidar
Lembrei do seu abraço e sorriso e senti saudades
Enquanto falava dos meus defeitos sem me olhar

Ouvi que me perdoa por ser como sou
E nem nesse perdão senti sinceridade
Me diz agora, por favor,  pra onde que vou
Se pra você nada que digo pode ser verdade

Eu aceito as condições, mas não aceito feliz
Impossível não ser assim, senão faço o que quero
Quero a liberdade de lhe ter, e ai o que me diz?
Senão pode ser assim, é triste, mas é um “não” o que espero

Ir ao post original

O palco de moças e sujeitos detestáveis

13/09/2011 Resenhas de Bares

Isso é uma resenha de uma bar. Famoso por funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana. Ao menos nos parece. Já rolou de ir terça-feira ás 2 da manhã e lá estava ele. Como se fosse uma segunda, ou terça ao meio-dia. Como se fosse um sábado na melhor hora do dia, na verdade nem importa, nos parece que ao entrar no bar é como se fossemos levados para uma mesma data, com a mesma hora, com os mesmos garçons e atendentes.
(mais…)

Ir ao post original

Recordar é viver

28/07/2012 Gritos do Nada

Sorrir pra você…

A minha vida tem adquirido mais sentido… Principalmente nos nossos abraços demorados Onde sua respiração se mistura com a minha E nos beijamos com os olhos fechados Eu só me permito te olhar sorrindo E é apenas sorrindo que consigo pensar em você De todas as coisas que posso prometer Te amar para sempre é […]

Leia mais…

01/09/2011 Backstage

Backstage

Luz, câmera, ação! Estamos dando inicío para área do site que vamos dialogar com os visitantes. Pensamos em dar o nome disso para blog. Mas ainda estamos em dúvida se esse é o melhor nome. Queríamos que fosse uma espécie de QG com putaria e cerveja. Ou como os bastidores de desfiles de moda, onde […]

Leia mais…

04/09/2013 Sonhos Viciados
Amei o seu corpo como se fosse meu último banquete...

Beijei suas mãos

13/12/2011 Gritos do Nada

Seus olhos…

Ela nem percebe que me persegue! Seus olhos estão em todo lugar A imagem confusa me segue Só sei da vida pelo seu olhar A sua fala de fato foi o que me moveu De um modo que ninguém perceberá Olhei com desejo o que quero que seja meu Seus olhos, sua boca, a sua […]

Leia mais…

09/03/2014 Sonhos Viciados

O espanto de Roy Lichtenstein na bunda da morena carnavalesca

Calça pop-art. Na cidade que reveza entre a pressa enfurecida de quem vai entrar no ônibus e a lentidão da garoa fina. O espanto de Roy Lichtenstein na bunda da morena carnavalesca. Morena ruiva. Wellaton cereja. […]

Leia mais…

12/08/2018 Sonhos Viciados

O comício se acaba e só o mar é infinito

Palavras de ordem em um caminho que ninguém passa. O grito das Poesias sonhadas & nunca ditas. O comício se acaba e só o mar é infinito. A fome devasta as crianças de olhos pequenos e pés descalços. Brincamos num mundo inventado onde os pederastas nos vigiam & só o sol castiga. As mentiras postas […]

Leia mais…

Artista



Acervo público Metropolitan Museum of Arts, créditos: